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03 de Fevereiro, 2026 - 13:55
Usina de Teles Pires doa 36 mil mudas para recuperação de áreas degradadas na Amazônia em 2025


A Usina Hidrelétrica de Teles Pires, localizada nos estados do Pará e Mato Grosso, em parceria com a Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente de Paranaíta (MT), doou, ao longo de 2025, 36 mil mudas de espécies florestais nativas da Região Amazônica, quantidade que equivale a 30 campos de futebol repletos de árvores. O programa beneficia produtores rurais que ajudam na recuperação de matas ciliares e na implantação de sistemas agroflorestais na região.



A iniciativa faz parte do Programa de Salvamento de Germoplasma Vegetal e Implantação de Viveiro de Mudas. O objetivo é resgatar sementes de espécies florestais presentes nas Áreas de Preservação Permanente (APP) do reservatório e produzir mudas para o Programa de Recomposição Florestal.



Entre as mudas distribuídas estão espécies de alto valor ecológico, como ipês, jatobás, cedros, castanheiras, além de outras variedades características da região amazônica. A diversidade vegetal contribui para o aumento da resiliência dos ecossistemas, especialmente em áreas anteriormente utilizadas para pastagens.



“Com mais de 30 mil mudas já plantadas, estima-se que a área reflorestada ultrapasse 21 hectares. O reflorestamento melhora a qualidade do solo, reduz a erosão, aumenta a infiltração de água e reforça os recursos hídricos locais, sem contar que a vegetação nativa recria corredores ecológicos e habitats para espécies silvestres.” afirma Jader Fernandes, Diretor de Licenciamento Ambiental e Condicionantes da AXIA Energia.



A distribuição das mudas ocorreu ao longo de todo o ano de 2025, seguindo o calendário de restauração florestal e as condições mais adequadas para o plantio. Os produtores receberam orientações sobre manejo, espaçamento, irrigação e acompanhamento das plantas, medidas que aumentam significativamente o índice de sobrevivência das mudas.



Para a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, a iniciativa contribui para a recomposição da vegetação nativa, garante mais segurança hídrica, mais biodiversidade e estimula a participação dos produtores locais “O projeto cria oportunidades dos agricultores familiares e médios produtores regularizem os terrenos, além de diversificarem sistemas produtivos e recompor a floresta do município”, destacou a secretária de Agricultura e Meio Ambiente de Paranaíta, Taloana Garcia.



O programa reforça a importância da cooperação entre setor privado, poder público e produtores rurais na construção de um modelo de desenvolvimento mais sustentável, com foco no reflorestamento de Paranaíta e região.



SOBRE A AXIA ENERGIA



A AXIA Energia, maior empresa de energia 100% renovável do Hemisfério Sul, é responsável por 17% da capacidade de geração nacional e 37% do total de linhas de transmissão do Sistema Interligado Nacional (SIN). A companhia possui 81 usinas, sendo 47 hídricas, 33 eólicas e uma solar.


Fotos por: Divulgação Axia Energia
Fonte: Assessoria
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01 de Fevereiro, 2026 - 11:41
Fim da piracema abre temporada de pesca esportiva em Mato Grosso a partir de fevereiro


 



                   Estado se consolida como um dos principais destinos do país, amplia promoção em feiras nacionais e aposta na Lei do Transporte Zero para garantir peixes nos rios


O fim do período da piracema em Mato Grosso no dia 31 de janeiro, abre oficialmente a temporada de pesca esportiva no estado a partir de fevereiro. O secretário de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, destacou a organização do governo para o novo ciclo, o fortalecimento do turismo de pesca e a importância da preservação ambiental para a sustentabilidade do setor.



“O fim da piracema marca o início de um período estratégico para Mato Grosso. O Governo do Estado atua de forma integrada, conciliando a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico, com alinhamento entre os órgãos ambientais, de fiscalização, segurança e turismo, garantindo o cumprimento da legislação e a estrutura necessária para receber pescadores e turistas”, afirmou o secretário.



Reconhecido nacionalmente como um dos principais destinos de pesca esportiva do Brasil, Mato Grosso reúne três grandes bacias hidrográficas, Amazônica, Paraguai e Tocantins, além de rios de relevância internacional e espécies emblemáticas que atraem pescadores de diferentes regiões do país e do exterior. Segundo Miranda, o estado tem papel central no crescimento do segmento, que movimenta bilhões de reais e cresce de forma acelerada no Brasil e no mundo.



“Mato Grosso se posiciona como protagonista ao investir na promoção do destino, na qualificação dos serviços turísticos e na articulação com o setor privado, fortalecendo a pesca esportiva como vetor de desenvolvimento regional, geração de emprego e renda, especialmente em municípios do interior”, destacou.



Entre as ações estratégicas para a temporada de 2026, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec) reforça a promoção do estado em duas das maiores feiras do setor no país: a Pesca Trade Show, que acontece em março, e a Fishing Brasil, programada para agosto. A participação nesses eventos tem como objetivo ampliar a visibilidade de Mato Grosso no mercado nacional e internacional, aproximando operadores turísticos, guias, empresários e investidores do potencial do estado.



Outro eixo considerado fundamental para a consolidação do turismo de pesca é a Lei do Transporte Zero, que proíbe o transporte de pescado e prioriza a pesca esportiva e o pesque-e-solte. De acordo com o secretário, a política pública tem papel decisivo na recuperação dos estoques pesqueiros e no fortalecimento da imagem de Mato Grosso como destino responsável e sustentável.



“A Lei do Transporte Zero é essencial para garantir peixes nos rios e assegurar o futuro da pesca esportiva. Ela protege o recurso natural, fortalece o turismo e dá segurança para quem escolhe Mato Grosso como destino”, pontuou.



Além da promoção e da preservação ambiental, o estado também investe na qualificação profissional. Em janeiro de 2026, foram iniciadas capacitações para condutores de pesca, com aulas teóricas e práticas realizadas em municípios estratégicos como Barão de Melgaço, Santo Antônio de Leverger, Cáceres, Poconé, Cuiabá, Várzea Grande, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Canarana, Querência, São Félix do Araguaia, Novo Santo Antônio, Sinop e Alta Floresta, entre outros.



A temporada de 2026 também será marcada por um extenso calendário de festivais e competições de pesca esportiva, que movimentam a economia local e fortalecem o turismo regional. Entre os eventos previstos estão o 3º Torneio Tucunas do Manso, no Lago do Manso, em abril; o 6º Torneio de Pesca Esportiva com Iscas Artificiais de Sinop, em setembro; o 23º Festival de Pesca de Nova Xavantina, em agosto; o 42º Festival Internacional de Pesca Esportiva de Cáceres, com data a definir; além de festivais em municípios como Barra do Bugres, Porto dos Gaúchos, Porto Esperidião, Carlinda, Tabaporã e Cuiabá, que deve receber um festival urbano de pesca esportiva. Também estão confirmados o 2º Pesca com Elas, em Novo Santo Antônio, nos dias 7 e 8 de março, e a segunda edição do Festival de Pesca Marina Casa Branca, em Santo Antônio de Leverger, em junho.



 



O tema foi abordado pelo secretário de Desenvolvimento Econômico, César Miranda em entrevista concedida à Fish TV na última quinta-feira (29.1),


Fotos por: Divulgação
Fonte: Débora Siqueira | Assessoria/Sedec
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