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05 de Outubro, 2026 - 16:23
Eleitor que faltou no primeiro turno pode votar no segundo


Mais de 33,4 milhões de eleitores deixaram de ir às urnas nesse domingo (4), o que representou uma abstenção de 21,08%, a maior registrada em um primeiro turno de eleições gerais no país. Com um segundo turno confirmado para 25 de outubro, esse percentual pode mudar.



De acordo com Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cada turno de votação é uma eleição independente. E os eleitores que não votaram no primeiro turno poderão votar normalmente no segundo, desde que estejam com o título regular.



No entanto, os eleitores que não foram às urnas no primeiro turno e não justificaram a ausência pelo e-título, ainda são obrigados regularizar a situação eleitoral, mesmo que votem no segundo turno.



O prazo vai até 3 de dezembro e a justificativa pode ser apresentada pelo serviço de autoatendimento do site do TSE ou em um cartório eleitoral, com  apresentação obrigatória de um documento que comprove o motivo, como um atestado médico ou bilhete aéreo.



Eleitores em viagem no exterior têm até 30 dias após o retorno ao Brasil para apresentar a justificativa. Caso more em outro país e vote em uma zona eleitoral do exterior, só é necessário justificar ausência em eleições presidenciais.



Caso não justifique no prazo, além de regularizar a situação, o eleitor também terá que pagar multa de R$ 3,51 por turno. O valor poderá ser pago pelo autoatendimento no site do TSE, pelo aplicativo e-Título ou no cartório eleitoral, por meio de Guia de Recolhimento da União (GRU), do Pix ou de cartão de crédito.



Até a quitação da pendência, o eleitor permanecerá com o título eleitoral em situação irregular e impedido de emitir ou renovar carteira de identidade e passaporte, tomar posse em concurso público ou renovar matrícula em instituições de ensino público, receber vencimentos ou proventos em empregos públicos.



O título eleitoral é cancelado em caso de ausência sem justificativa e regularização em turnos consecutivos.


Fotos por: Reprodução/Internet
Fonte: Agência Brasil
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05 de Outubro, 2026 - 09:27
Com 6 cadeiras, Podemos lidera bancada do próximo mandato na ALMT


As eleições para deputados estaduais por Mato Grosso chegaram ao fim com votação para lideranças de diferentes correntes ideológicas, destacando a dinâmica da polarização na corrida pelas cadeiras da Assembleia Legislativa do estado (ALMT). Uma vez que, no topo da relação de votação, o candidato Lúdio Cabral (PT) destacou-se na liderança com 84.308 votos, seguido de perto por Max Russi (PODE), que acumulou 84.025 votos.



Na sequência imediata do pleito, Gilberto Cattani (PL) registrou 67.975 votos, seguido pela correligionária, Samantha do Abílio (PL), com 57.189 votos, Ulysses Moraes (PODE) com 54.842 votos, e o Dr. João (MDB) com 54.502 votos.



A lista segue com Beto Dois a Um (PODE), que obteve 53.540 votos, Dilmar Dal Bosco (UNIÃO), com 53.137 votos, Alessandra Ferreira (PODE), com 50.374 votos, e Leo Bortolin (MDB), somando 49.623 votos.



Contudo, é importante destacar que ter mais votos não significa que estão automaticamente eleitos, já que a votação para o cargo no Legislativo Estadual é feita com base nas legendas e no quociente eleitoral, dependendo o resultado final do desempenho partidário global.



Sendo assim, o Podemos conquistou 6 cadeiras, enquanto o Partido Liberal e o Republicanos empataram com 4 cadeiras cada. Seguidos pelo Movimento Democrático Brasileiro, com 3; as federações União Progressista, Brasil da Esperança e PSDB Cidadania, com duas; e, por fim, o Partido Social Democrático, com apenas 1 cadeira.



 


Fotos por: Fred Moraes/Divulgação
Fonte: Laisa Stofel/Gazeta Digital
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