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02 de Fevereiro, 2026 - 06:49
Política da conveniência dá as cartas nas eleições


A política da conveniência não é novidade no Brasil. Contudo, nos últimos anos, ela vem cada vez mais enraizada nas disputas eleitorais nos estados e municípios. Em Mato Grosso, esta categoria histórica tem se acentuado nos últimos anos. Na disputa eleitoral deste ano, temos os principais candidatos seguindo a política da conveniência para benefício próprio, nem que para isso seja preciso apagar o seu passado.



Até bem pouco tempo atrás, seria impossível ver o senador Wellington Fagundes (PL), caminhando em Brasília sob forte chuva e raios ao lado de políticos que se ascenderam dentro da extrema-direita, que hoje no país é representada pelo bolsonarismo. Tudo isso para demonstrar e provar que se converteu ao bolsonarismo e, portanto, merece o votos dos eleitores fieis ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e sua família.



Fagundes, que por mais de duas décadas foi congressista governista, apoiando os governos Lula (PT) e Dilma Rousseff, no pleito em que se elegeu senador pela primeira vez, teve como suplente o professor Manoel Motta do Partido Comunista do Brasil (PCdoB).



Se autodenominando um político municipalista e do diálogo, hoje Fagundes diz que não aceita conversa com a esquerda, campo político que foi parceiro e buscou votos na última década. Tudo isso pela conveniência política da atualidade, por acreditar que hoje em Mato Groso o eleitorado tende a votar mais nesse campo.



 


Fotos por: Assessoria
Fonte: Pablo Rodrigo/Gazeta Digital
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