As eleições para deputados estaduais por Mato Grosso chegaram ao fim com votação para lideranças de diferentes correntes ideológicas, destacando a dinâmica da polarização na corrida pelas cadeiras da Assembleia Legislativa do estado (ALMT). Uma vez que, no topo da relação de votação, o candidato Lúdio Cabral (PT) destacou-se na liderança com 84.308 votos, seguido de perto por Max Russi (PODE), que acumulou 84.025 votos.
Na sequência imediata do pleito, Gilberto Cattani (PL) registrou 67.975 votos, seguido pela correligionária, Samantha do Abílio (PL), com 57.189 votos, Ulysses Moraes (PODE) com 54.842 votos, e o Dr. João (MDB) com 54.502 votos.
A lista segue com Beto Dois a Um (PODE), que obteve 53.540 votos, Dilmar Dal Bosco (UNIÃO), com 53.137 votos, Alessandra Ferreira (PODE), com 50.374 votos, e Leo Bortolin (MDB), somando 49.623 votos.
Contudo, é importante destacar que ter mais votos não significa que estão automaticamente eleitos, já que a votação para o cargo no Legislativo Estadual é feita com base nas legendas e no quociente eleitoral, dependendo o resultado final do desempenho partidário global.
Sendo assim, o Podemos conquistou 6 cadeiras, enquanto o Partido Liberal e o Republicanos empataram com 4 cadeiras cada. Seguidos pelo Movimento Democrático Brasileiro, com 3; as federações União Progressista, Brasil da Esperança e PSDB Cidadania, com duas; e, por fim, o Partido Social Democrático, com apenas 1 cadeira.